quarta-feira, 12 de novembro de 2014

IMPLANTOLOGIA

            Os implantes dentários são pequenas peças em titânio que actuam como “raízes artificiais”, utilizadas para substituir os dentes ausentes ou perdidos com o objectivo de suportar uma coroa e/ou prótese.

            Em geral, os implantes uma vez que são colados em contacto com o osso, estabelecem uma união biológica saudável e estável.

            Os implantes devem ser entendidos como uma alternativa para substitur dentes perdidos, no entanto, existem outras opções como as próteses removíveis ou fixas.

            Os implantes constituem geralmente a opção terapêutica que permite uma reabilitação oral que mais se aproxima com a dentição natural em termos fisiológicos e de conforto.

            Existem vários estudos a longo prazo que comprovam a eficácia do tratamento com implantes, na ordem dos 90% a 98%, em pacientes com boa saúde oral e sistémica. Naturalmente que tal como outros tratamentos médicos e médico-dentários dependem de vários factores tais como as caracteríticas anatómicas e fisiológicas dos pacientes, os seus hábitos de higiene orais, hábitos tabágicos, entre outros.

            O tabaco diminui a vascularização do osso e da gengiva, atrasa o processo de cicatrização aumentando o risco de infeções. Está claramente provado na literatura científica que os implantes em pacientes que fumam apresentam uma maior taxa de insucesso.

           Vantagens:
  • Melhor aparência
  • Melhor discurso
  • Maior conforto
  • A melhoria da saúde oral
  • Durabilidade
  • Conveniência




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